segunda-feira, 23 de abril de 2012

Destruindo tanques de maneira mais fácil [ainda]

A matemática ajuda muito no BF3, seja para calcular a trajetória dos projéteis ou para destruir veículos pesados.





Já falamos aqui que após o patch de correções os tanques ficaram mais vulneráveis. Entretanto, não é a coisa mais fácil do mundo destruir um deles sozinho com um RPG. Mas você já notou que há "brechas" neles, ou weak points? Veja abaixo:




Explicando o gráfico acima

1 - As laterais e a traseira são as partes vulneráveis, mas um disparo na traseira praticamente liquida com eles.

2 - Note que um disparo em linha reta sempre surtirá mais efeito. Veja que entre 45º e 135º (área verde acima) o estrago é aumentado significativamente. Em 90º está a maior eficiência.

3 - Nunca ataque de frente, a não ser que esteja em outro tanque. O dano máximo será de apenas 22.

4 - Os danos mostrados no gráfico foram calculados antes do patch. Então aumente aí uns 15%. Por experiência sabemos que um javelin traseiro imobiliza totalmente o tanque, com dano na casa de 85 para mais. RPG/Smaw também imobiliza na traseira, perto de 65.


Se você tem outros dados, ajude comentando. Vamos compartilhar com a galera. Em breve, muitos outros dados técnicos para aumentar a eficiência em combate.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Novas DLCs - Close Quarters vem aí e o bicho vai pegar

A DICE adiantou suas próximas DLCs de Battlefield 3, para nossa alegria. A primeira a chegar em junho é Close Quarters, que terá 4 novos mapas e algumas armas a mais.




Pelo vídeo podemos notar a riqueza de detalhes de destruição do cenário - o capricho é de cair o queixo (veja em 1080p no monitor full HD). Os estilhaços e explosões mostram que a engine Frostbite tem fôlego para muitas melhorias. Só esperamos que não faça os consoles fritarem - o número de gente reclamando com travamentos nos consoles é enorme, principalmente após o último patch.




Pelo volume de servidores privados voltados ao combate de infantaria (close range) podemos concluir que o povo quer mesmo ver novos mapas do gênero. Mas o que muita gente não notou no site de Close Quarters é que estes mapas terão suporte somente a 16 jogadores - 4 squads no total.

Quanto as armas, algumas já foram mostradas:


SCAR-L - variação com maior RPM da SCAR

LSAT - nova Light Machinegun


Steyr AUG - te lembra algum jogo, sucesso nas Lan Houses...



  L86A1 - mais uma pra atirar até cansar



ACW-R - pergunta: você vai usar heavy barrel no Close com ela?



SPAS-12 - outra shotgun, esta feita na década de 70

IMI Micro Tavor-21 - tamanho, ok... equilíbrio, veremos



Mas se você curte mesmo os mapas gigantescos e os veículos, tem também a DLC Armored Kill, ainda sem data de lançamento prevista. Até o momento, sabe-se que haverá mapas ainda maiores e novos veículos. "Neste momento não sabemos a extensão deles em quilômetros, mas serão realmente grandes", disse o gerente da DICE, Karl Magnus. 





Desde o início da divulgação de BF3, os produtores prometeram que a terceira edição da franquia teria a melhor experiência com veículos já vista na série. "A intenção, em si, não é produzir os maiores mapas já vistos. Estamos produzindo neste momento protótipos destes mapas, mas, qual será a intensidade dos combates neles? Quando soubermos disso, começaremos a aumentar os mapas. E, em certo ponto, teremos feito os maiores mapas já vistos, e naturalmente será uma coisa legal para divulgar. Mas nosso foco é produzir a melhor experiência em combate com veículos", cocluiu Magnus.

E você, prefere combate de infantaria ou mapas gigantes?





Pós-patch - ou por que ajustar é necessário

Não vamos entrar no mérito de um jogo ser feito às pressas e depois saírem diversos "remendos" em sua estrutura. Este não é o caso de Battlefield 3. O grande patch de mais de 1GB foi feito para equilibrar a jogatina. Pois, o pessoal vai evoluindo, descobrindo quais são as "sacanagens", ou as armas mais eficientes, mentirosas e etc, e a revolta é geral. A verdade é que desequilibra mesmo - a USAS-12 com frag rounds era um saco... inegável. Mas vamos aos fatos, resumidamente, pois há muito o que ser discutido em pitacos mais pra frente:


Armas - diversos ajustes relativos a recoil, dano e outros foram implementados em muitas armas. Entretanto, o que foi rapidamente perceptível foi o "Nerf" das algozes: USAS-12 com frag (e todas as shotguns com frag, aliás) teve RPM e recoil aumentados absurdamente, tornando-as muito mais lentas e difíceis de manusear. Outra foi a Famas, um rifle medium/long range com incríveis 900 RPM que funcionava muito bem também para enfrentamento de curta distância. Sem contar que tinha um damage desgraçado. Seu recoil (vertical, para cima) foi absurdamente aumentado. Tornou-se mais uma arma comum, e até sem graça...

Veículos - muita coisa também foi ajustada, buscando equilibrar as ações. Os tanques agora são mais "frágeis", e podem ser destruídos com muito mais facilidade. A mancada aqui é que com apenas um tiro de javelin traseiro seu tanque já era. Muita gente está reclamando que são feitos de papel, mas a verdade é que, se foi para buscar equilíbrio, a mudança foi boa. Os tanques desequilibram muito a partida, e nas mãos de um jogador experiente, acabam com o jogo. No último dia 19 foi feito mais um ajuste para os tanques, aumentando o dano do canhão. 
Os jatos e helicópteros tiveram seus mísseis guiados prejudicados pelo flare. Agora podem travar o alvo mais rápido, mas os flares ficaram muito mais eficientes também. Um ponto positivo foi tornar os helicópteros mais vulneráveis a ataques do chão: um tiro de tanque os derruba, assim como um ataque conjunto de stingers (teleguiados dos engenheiros) acaba com eles bem rápido. O mesmo com o Smaw: um tiro, e já era. Os IFV continuam iguais, só muda o fato de serem mais frágeis ainda do que já eram.





Acessórios - a encheção de saco do MAV acabou para alegria geral. Agora, quando colidem com alguém, são destruídos. Vai ser bom pois quem ficava matando com MAV vai agora descobrir que eles são muito mais úteis fazendo aquilo para que foram projetados - spotar inimigos, escanear o mapa e montar estratégias (vamos fazer um post mais pra frente falando da importância do jogo em conjunto). Também não é possível usar o MAV para "voar", e no último dia 19, tornaram isso impossível - tinha jogador que já havia arrumado um jeito, ficando agachado em cima. Em compensação, tem gente usando agora o EOD-Bot para fazer o mesmo: matar inimigos. Mas a chatice é infinitamente inferior ao MAV.




Rent a server - a opção de alugar um servidor nos consoles foi muito bem vinda. Proporcionou que os jogadores escolhessem as preferências, como rotatividade de mapas, modos de jogo, e, principalmente, número de tickets. Mas, uma coisa que temos notado é que, com os private servers abertos, o número de servidores oficiais despencaram. É muito mais difícil encontrar agora servidores normais, com diversidade de mapas e tickets 100%. Para alugar, o jogador paga U$ 1,49 por dia ou U$ 24,99 por um mês, e pode usar os créditos da PSN ou Live para isso. Está muito fácil alugar o seu e chamar os amigos.





Considerações - é inegável a melhora no equilíbrio do jogo após o patch. A princípio, vemos que o jogo flui melhor assim, quando os times executam sua missão sem suprimir completamente o outro. Sabemos que muita gente adora espremer o outro no respaw, fazer número alto de kills e etc. Isto ainda é possível, só que agora é preciso explorar melhor a dinâmica do Battlefield 3, rever as armas, acessórios, habilidades e, principalmente, o conjunto. O que os desenvolvedores buscaram foi adaptar os jogadores à proposta do game, que é um FPS muito mais estratégico. Jogar "sozinho", tipo Rambo, no CQ, Rush e outros modos cooperativos, ficou mais difícil sem os frag rounds, as armas desequilibradas e os veículos muito fortes.
Sinceramente, nerfar não é legal, mas neste caso, ajudou muito o BF3 a continuar batalhando pelo proposta de ser um jogo tático, dinâmico e cooperativo. Pois há outros no mercado que podem muito bem ser jogados no modo solo. Inclusive, que foram feitos pra isso.





quinta-feira, 19 de abril de 2012


Essa é a galera do Platoon Bala na cara (faltando o Carlão que não temos foto ainda).
Todo dia de jogatina é sempre a mesma: alguém fode com tudo. Vamos aos fatos (da esquerda pra direita):

Barba: faz o estilo morto-vivo. Morre direto, reclama das armas estranhas (tipo M26 Dart) e depois fica falando: "tá vendo, salvei sua vida". É 30 mortes por tela.

Dê: sempre quando entra, morre 10 no mínimo e não mata ninguém. Deve ser a emoção. Daí reclama que no outro time "é tudo águia". Adora sentar numa granada.

Binho: só fica inventando arma nova que não serve pra porra nenhuma. Depois fala que presta, só que ninguém vê ele matando.

Hebert: pega o engenheiro e fica dando bazucada sem parar, só pra mostrar pra todo mundo onde o squad está. Não revive ninguém e só pensa em ver todo mundo tomar "lambida", facada nas costas.

Carlão: entra no time adversário pra nos metralhar com light machineguns. Quando está no nosso time, não entra no squad. Deve ser porque curte o estilo rambo de ser.

Por enquanto são esses, a vagabundagem do BF3 Bala na Cara. Daqui a pouco, serão outros mais.

Post de teste...

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